O saldo da balança comercial goiana do mês de junho/2010, continua positivo, com crescimento de 33,55% em relação ao mês anterior, segundo levantamento realizado pelo Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
Os registros apontam que Goiás continua com o saldo positivo na balança comercial: US$ 107,156 milhões, denotando aparente crescimento em relação a maio/2010, quando o saldo era de US$ 80,234 milhões, sendo 33,55% maior. As exportações goianas somaram no primeiro semestre de 2010, US$ 223,461 milhões. No mesmo período de 2009, os números estavam 13,38% menores que na atual conjuntura.
No quadro das exportações, a complexa soja, novamente em primeiro lugar neste mês, ocupa 50,40% da pauta das vendas. Apesar dos fenômenos climáticos enfrentados neste ano, como a seca, o Estado vem obtendo bons resultados em razão com a plena safra deste grão. Novamente em segundo lugar na participação, está o complexo carne, com 20,49% (US$ 90,822 milhões), números um pouco menores do que os registrados em maio/10: US$ 92,047 milhões. O complexo minérios também continua em terceiro lugar, com 18,84% (US$ 83,511 milhões) do total exportado, números maiores dos que os apresentados em maio/10: 14,45% de participação ou US$ 62,835 milhões. O sulfeto de minério de cobre (12,05%), ferroligas (4,04%), amianto (1,45%) e o ouro (1,29%) fora os destaques desse grupo.
A exportação de açúcar passou por crescimento de 227,25% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os maiores motivos desse esse avanço, foram a queda na produção na Índia, que é o maior mercado consumidor do produto e o declínio nas vendas da Europa.
Os principais destinos das exportações foram a China com 23,09% de participação e US$ 144,241 milhões, o que mostra que ela comprou menos, já que em maio/10 ela o montante foi de US$ 144,291 milhões. A Índia saiu do 12º lugar da lista de principais compradores, para o segundo, com participação de 13,61% e US$ 60,332 milhões, frente a 1,45% do total comprado no mês anterior. Os Países baixos (Holanda) ficaram em terceira colocação, com 10,83% ou US$ 48,027 milhões, ante os US$ 50,981 milhões registrados no mês anterior. Portugal, que estava em nono lugar em maior, passou para quarto lugar nas compras dos produtos goianos, com US$ 28,238 milhões e 6,37% de participação, frente a 2,52% em maio/10.
No 1º semestre de 2010, as empresas que tiveram destaque nas exportações foram: Mineração Maracá Indústria e Comércio S/A (11,74%), BRF - Brasil Foods S.A. (10,90%), Bunge Alimentos S/A (10,31%), Caramuru Alimentos S/A (8,39%), ADM do Brasil Ltda (6,50%), Louis Dreyfus Commodities Brasil S/A (6,21%), Minerva S/A ( 5,43%), Cargill Agrícola S/A (4,08%), Mineração Serra Grande S/A (3,98%), JBS S/A (3,64%), Anglo American Brasil Ltda. (3,48%) e Granol Indústria Comércio e Exportação S/A (3,03%).
Os três municípios que mais exportaram foram: Alto Horizonte (US$ 236,613 milhões), Luziânia (US$ 228,497) milhões e Itumbiara (US$ 115,369) milhões.
Em comparação com o mesmo período do ano anterior, o Estado importou mais. A expansão de 45,72% em relação ao mês anterior, atingindo o montante de US$ 336,184 milhões. As três principais empresas importadoras no período foram: Caoa Montadora de Veículos S.A. (38,36%), Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A (17,39%), MMC Automotores do Brasil S.A. (16,86%).
Os municípios goianos que mais importaram, foram: Anápolis US$ 1,157 bilhões, Catalão US$ 500,677 milhões, Goiânia US$ 117,170 milhões e Rio Verde US$ 39,596 milhões. Goiás importou principalmente da Coréia do Sul US$ 143,528 milhões, Estados Unidos (16,72%), Japão (9,81%) e França (4,69%).
Os registros apontam que Goiás continua com o saldo positivo na balança comercial: US$ 107,156 milhões, denotando aparente crescimento em relação a maio/2010, quando o saldo era de US$ 80,234 milhões, sendo 33,55% maior. As exportações goianas somaram no primeiro semestre de 2010, US$ 223,461 milhões. No mesmo período de 2009, os números estavam 13,38% menores que na atual conjuntura.
No quadro das exportações, a complexa soja, novamente em primeiro lugar neste mês, ocupa 50,40% da pauta das vendas. Apesar dos fenômenos climáticos enfrentados neste ano, como a seca, o Estado vem obtendo bons resultados em razão com a plena safra deste grão. Novamente em segundo lugar na participação, está o complexo carne, com 20,49% (US$ 90,822 milhões), números um pouco menores do que os registrados em maio/10: US$ 92,047 milhões. O complexo minérios também continua em terceiro lugar, com 18,84% (US$ 83,511 milhões) do total exportado, números maiores dos que os apresentados em maio/10: 14,45% de participação ou US$ 62,835 milhões. O sulfeto de minério de cobre (12,05%), ferroligas (4,04%), amianto (1,45%) e o ouro (1,29%) fora os destaques desse grupo.
A exportação de açúcar passou por crescimento de 227,25% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os maiores motivos desse esse avanço, foram a queda na produção na Índia, que é o maior mercado consumidor do produto e o declínio nas vendas da Europa.
Os principais destinos das exportações foram a China com 23,09% de participação e US$ 144,241 milhões, o que mostra que ela comprou menos, já que em maio/10 ela o montante foi de US$ 144,291 milhões. A Índia saiu do 12º lugar da lista de principais compradores, para o segundo, com participação de 13,61% e US$ 60,332 milhões, frente a 1,45% do total comprado no mês anterior. Os Países baixos (Holanda) ficaram em terceira colocação, com 10,83% ou US$ 48,027 milhões, ante os US$ 50,981 milhões registrados no mês anterior. Portugal, que estava em nono lugar em maior, passou para quarto lugar nas compras dos produtos goianos, com US$ 28,238 milhões e 6,37% de participação, frente a 2,52% em maio/10.
No 1º semestre de 2010, as empresas que tiveram destaque nas exportações foram: Mineração Maracá Indústria e Comércio S/A (11,74%), BRF - Brasil Foods S.A. (10,90%), Bunge Alimentos S/A (10,31%), Caramuru Alimentos S/A (8,39%), ADM do Brasil Ltda (6,50%), Louis Dreyfus Commodities Brasil S/A (6,21%), Minerva S/A ( 5,43%), Cargill Agrícola S/A (4,08%), Mineração Serra Grande S/A (3,98%), JBS S/A (3,64%), Anglo American Brasil Ltda. (3,48%) e Granol Indústria Comércio e Exportação S/A (3,03%).
Os três municípios que mais exportaram foram: Alto Horizonte (US$ 236,613 milhões), Luziânia (US$ 228,497) milhões e Itumbiara (US$ 115,369) milhões.
Em comparação com o mesmo período do ano anterior, o Estado importou mais. A expansão de 45,72% em relação ao mês anterior, atingindo o montante de US$ 336,184 milhões. As três principais empresas importadoras no período foram: Caoa Montadora de Veículos S.A. (38,36%), Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A (17,39%), MMC Automotores do Brasil S.A. (16,86%).
Os municípios goianos que mais importaram, foram: Anápolis US$ 1,157 bilhões, Catalão US$ 500,677 milhões, Goiânia US$ 117,170 milhões e Rio Verde US$ 39,596 milhões. Goiás importou principalmente da Coréia do Sul US$ 143,528 milhões, Estados Unidos (16,72%), Japão (9,81%) e França (4,69%).



