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Segunda-feira, Julho 19, 2010

Exportações goianas batem record em junho de 2010

O saldo da balança comercial goiana do mês de junho/2010, continua positivo, com crescimento de 33,55% em relação ao mês anterior, segundo levantamento realizado pelo Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
Os registros apontam que Goiás continua com o saldo positivo na balança comercial: US$ 107,156 milhões, denotando aparente crescimento em relação a maio/2010, quando o saldo era de US$ 80,234 milhões, sendo 33,55% maior. As exportações goianas somaram no primeiro semestre de 2010, US$ 223,461 milhões. No mesmo período de 2009, os números estavam 13,38% menores que na atual conjuntura.
No quadro das exportações, a complexa soja, novamente em primeiro lugar neste mês, ocupa 50,40% da pauta das vendas. Apesar dos fenômenos climáticos enfrentados neste ano, como a seca, o Estado vem obtendo bons resultados em razão com a plena safra deste grão. Novamente em segundo lugar na participação, está o complexo carne, com 20,49% (US$ 90,822 milhões), números um pouco menores do que os registrados em maio/10: US$ 92,047 milhões. O complexo minérios também continua em terceiro lugar, com 18,84% (US$ 83,511 milhões) do total exportado, números maiores dos que os apresentados em maio/10: 14,45% de participação ou US$ 62,835 milhões. O sulfeto de minério de cobre (12,05%), ferroligas (4,04%), amianto (1,45%) e o ouro (1,29%) fora os destaques desse grupo.
A exportação de açúcar passou por crescimento de 227,25% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os maiores motivos desse esse avanço, foram a queda na produção na Índia, que é o maior mercado consumidor do produto e o declínio nas vendas da Europa.
Os principais destinos das exportações foram a China com 23,09% de participação e US$ 144,241 milhões, o que mostra que ela comprou menos, já que em maio/10 ela o montante foi de US$ 144,291 milhões. A Índia saiu do 12º lugar da lista de principais compradores, para o segundo, com participação de 13,61% e US$ 60,332 milhões, frente a 1,45% do total comprado no mês anterior. Os Países baixos (Holanda) ficaram em terceira colocação, com 10,83% ou US$ 48,027 milhões, ante os US$ 50,981 milhões registrados no mês anterior. Portugal, que estava em nono lugar em maior, passou para quarto lugar nas compras dos produtos goianos, com US$ 28,238 milhões e 6,37% de participação, frente a 2,52% em maio/10.
No 1º semestre de 2010, as empresas que tiveram destaque nas exportações foram: Mineração Maracá Indústria e Comércio S/A (11,74%), BRF - Brasil Foods S.A. (10,90%), Bunge Alimentos S/A (10,31%), Caramuru Alimentos S/A (8,39%), ADM do Brasil Ltda (6,50%), Louis Dreyfus Commodities Brasil S/A (6,21%), Minerva S/A ( 5,43%), Cargill Agrícola S/A (4,08%), Mineração Serra Grande S/A (3,98%), JBS S/A (3,64%), Anglo American Brasil Ltda. (3,48%) e Granol Indústria Comércio e Exportação S/A (3,03%).
Os três municípios que mais exportaram foram: Alto Horizonte (US$ 236,613 milhões), Luziânia (US$ 228,497) milhões e Itumbiara (US$ 115,369) milhões.
Em comparação com o mesmo período do ano anterior, o Estado importou mais. A expansão de 45,72% em relação ao mês anterior, atingindo o montante de US$ 336,184 milhões. As três principais empresas importadoras no período foram: Caoa Montadora de Veículos S.A. (38,36%), Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A (17,39%), MMC Automotores do Brasil S.A. (16,86%).
Os municípios goianos que mais importaram, foram: Anápolis US$ 1,157 bilhões, Catalão US$ 500,677 milhões, Goiânia US$ 117,170 milhões e Rio Verde US$ 39,596 milhões. Goiás importou principalmente da Coréia do Sul US$ 143,528 milhões, Estados Unidos (16,72%), Japão (9,81%) e França (4,69%).

Sexta-feira, Junho 11, 2010

Comércio exterior em Goiás - Abril/2010

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior divulgou o saldo da balança comercial referente a abril de 2010. De acordo com o levantamento, o saldo da balança comercial goiana continua em superávit de US$ 358,162 milhões em exportações e US$ 299,900 milhões em importações. O saldo positivo ficou em US$ 58,26 milhões, frente a US$ 45,011 milhões do mês anterior, ou seja, 29,44% a mais do que fora registrado no mês anterior.
Neste segundo quadrimestre de 2010, as exportações somam até agora, US$ 1,144 bilhão: 19,92% a mais que os números apontados no mesmo período de 2009.
O complexo soja continua liderando as exportações com 45,94% de participação do total exportado, o que representa US$ 168,108 milhões em vendas. O complexo carne vem em seguida, com 22,94% do total e tendo como destaque de 11,74% na venda de carne bovina. Os demais tipos de carne tiveram as seguintes participações: Aves (8,01%), suínas (3,02%) e outras carnes (0,74%).
Em terceiro lugar, vem o complexo de minérios (19,53%) representando US$ 69,963 milhões do total exportado, números inferiores aos do mês de março (20,96%). O sulfato de cobre foi o principal produto exportado nesta categoria, com 12,35% do total.
A China continua sendo a principal compradora dos produtos goianos com 27,07% de participação, ante 32,97% no mês anterior. Em seguida, vem os países baixos (Holanda) com 14,49%; Índia (7,52 %), Espanha (6,99%), Rússia (5,46%), Irã (3,88 %), França (3,42 %), Tailândia (3,37%), Venezuela (2,26%) e Hong Kong (2,18 %). Ao todo, 92 países comercializaram com o Estado de Goiás.
A previsão é que as vendas para fora continuem crescendo, em detrimento do dinamismo contínuo da produção no Estado e do anúncio feito pelo Ministro Guido Mantega, no início do mês de maio, ao se referir a um pacote de incentivo para os exportadores, através de devoluções de créditos tributários como PIS, COFINS e Impostos Sobre Produtos Industrializados (IPI), levando em conta alguns critérios.
As principais empresas exportadoras foram: Mineração Maracá Indústria e Comércio, BRF - Brasil Foods S.A; Caramuru Alimentos S.A; Bunge Alimentos S/A; Minerva S/A; Louis Dreyfus Commodities Brasil S.A; Mineração Serra Grande S.A; ADM do Brasil Ltda; Cargill Agrícola S.A; Anglo American Brasil Ltda, Bertin S.A e JBS S/A. Mais de 40 empresas fazem parte desta comparação.
O que Goiás mais importou: veículos automóveis, tratores, etc. suas partes/acessórios (47,84%); produtos farmacêuticos (14,98%); reatores nucleares, caldeiras, máquinas, etc., mecânicos (12,04%), adubos ou fertilizantes (4,64%), produtos químicos orgânicos (3,87%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos, suas partes, etc (3,58%), instrumentos e aparelhos de óptica, fotografia, etc. (2,26%), preparações de produtos hortícolas, de frutas, etc. (2,03%), sal, enxofre, terras e pedras, gesso, cal e cimento (1,22%) e borracha e suas obras (1,12%).
O Estado importou, principalmente da Coréia do Sul (31,25%), Estados Unidos (19,13%), Japão (19,03%), Tailândia (9,96%), China (3,74%), Alemanha (2,46%), Canadá (2,08%), Itália (2,02%), Suíça (1,17%), Argentina (1,16%), França (1,08%), Índia (1,02%) e Chile (1,01%).
Fonte: MIDC/ SEPLAN

Terça-feira, Maio 18, 2010

Saldo da balança comercial de Goiás em março




O Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio – MDIC, publicou o saldo da balança comercial goiana de março/2010. Após cinco meses de resultados negativos, o saldo volta a ficar positivo em US$ 45,011 milhões.
As exportações somaram US$ 384.418.885. Os três produtos que mais saíram foram: Soja (48,91%), minério (20,96%) e carne (20,40%). Dentre os minérios, os sulfetos de minério de cobre estão em liderança no ranking dessa classe com uma participação de 11,37% em meio a todos outros tipos de produtos exportados.
O milho, um dos tipos de grãos mais produzidos pelo Estado passou por aumento na participação das vendas para o exterior: de 1,04% (mar/2009) para 1,49%(mar/2010).
Como sempre, a carne bovina também se encontra em liderança na colocação dentre o geral, com participação de 10,28%, porém se comparada a março de 2009, pode-se observar que essa participação sofreu recuo de 2,83%.
A China, a Espanha e os Países Baixos (Holanda) são os países que mais compram do Estado, com respectivas participações na compra de produtos goianos de 32,97%, 13,20% e 9,97%. No mesmo mês do ano anterior, China e Espanha apresentaram uma participação menor do que a calculada para este mês: 20,35% , 6,52%. A mesma afirmação não pode ser feita para os Países Baixos (Holanda), já que no ano passado o registro na participação nas compras do Estado foi de 11,65%, número razoavelmente maior do que o registrado no período atual. O Estado comercializou com 101 países.
A Índia foi o país que apresentou queda mais acentuada na participação na tabela “Exportação por países de destino – 2009 – 2010” para o Estado, tendo em vista que em março de 2009, a participação nas compras dos produtos goianos somavam 5,55% e no mesmo período deste ano, 1,57% com US$ 6.019.606.
O Estado Goiás, no quesito exportações por unidades da federação ocupou 12º lugar em relação às outras unidades da federação, ficando atrás do Maranhão. Os dois apresentaram crescimento em relação ao ano a março de 2009, porém, o crescimento dessa atividade em Goiás ocorreu de maneira um pouco mais lenta, levando em conta que a participação nesse ano foi de 2,44% ante 2,23%. Já o Maranhão obteve participação de 3,08% ante 1,04% no mesmo período da comparação.
Na tabela importações por unidades da federação, o Estado ficou classificado em 11º lugar com 2,25% da participação, atingindo um montante de US$ 339,408 milhões com crescimento de 39,31% em comparação ao mês anterior: 25,10%. Em detrimento da queda do dólar e do aumento dos investimentos em matérias-primas e insumos para incrementação da produção, as exportações tendem a crescer, como é o que está ocorrendo.
Em relação ao ano passado esses números sofreram queda, já que em mar/2009 o percentual registrado foi de 2,70%. Goiás ficou uma posição à frente do Distrito Federal (participação de 2,21% ante 1,14% no mesmo período de comparação no ano anterior).
A Coréia do Sul (US$ 106.735.730) foi o país o qual o Estado mais comprou suas mercadorias. Isso se deu com uma participação um pouco maior que a ocorrida no mesmo período do ano anterior: 31,45% ante 28,44%. Em segundo lugar vem o Japão, com participação de 16,83% nas negociações, ficando à frente ainda dos Estados Unidos (16,83%) e Suíça (11,33%). Os demais países exportadores tiveram participações, igual ou abaixo de 5,56% nas negociações de compra por parte do Brasil.
Já entre os mais importados, os principais foram: veículos automóveis, tratores, ect. Suas partes / acessórias US$ 153,027 milhões (45,09%); produtos farmacêuticos US$ 79,492 milhões (23,42%); reatores nucleares, caldeiras, máquinas, etc., mecânicos US$ 33,009 milhões (9,73%); produtos químicos orgânicos US$ 14,302 milhões (4,21%); adubos ou fertilizantes US$ 12,659 milhões (3,72%); maquinas, aparelhos/material elétricos, suas partes, etc. US$ 8,074 milhões (2,38%); preparações de produtos hortícolas, de frutas, etc. US$ 6,340 milhões (1,87%), instrumentos e aparelhos de óptica, fotografia, etc. US$ 6,325 milhões (1,86%) e plásticos e suas obras US$ 4,146 milhões (1,22%).
Os municípios goianos que mais importaram foram: Anápolis, Catalão, Goiânia, Rio Verde, Aparecida de Goiânia, Nerópolis, Itumbiara, Barro Alto, Luziânia, Alto Horizonte e Jataí. Em compensação, os que mais exportaram nesse mês foram: Alto Horizonte, Luziania, Palmeiras de Goiás, Itumbiara, Mozarlândia, Ouvidor, Goiânia, Rio Verde, Minaçu, São Simão, Anápolis e Santa Fé de Goiás.

Sexta-feira, Maio 14, 2010

INVESTIMENTOS PARA A CIDADE DE RIALMA


O programa PRODUZIR, criado pelo Governo do Estado de Goiás vem incentivando a implantação de novas indústrias na região. A cidade de Rialma, localizada no interior do Estado foi beneficiada com o programa através de subsídios concedidos a empresa Conprem Concreto Premoldado Ltda no ano de 2009. Foram R$ 5 milhões em investimentos para a fabricação de produtos premoldados de cimento e concreto em geral, com foco voltado as empresas envolvidas na construção da ferrovia Norte-Sul. O benefício concedido pelo programa foi de R$ 72,424 milhões para um período de 15 anos. Vale ressaltar que esses tipo de empreendimento beneficia muitas famílias da região através da geração de empregos e também é mais um ponto positivo para o Estado, pois este será beneficiado com a arrecadação de ICMS. Um complexo industrial também será consolidado na cidade, gerando cada vez mais emprego e renda. Até junho/09 foram registrados 99 postos de trabalhos diretos e 297 indiretos. É satisfatório ver um fato dessa natureza acontecendo nesta cidade.

Segunda-feira, Maio 03, 2010

Investimentos para o Estado de Goiás até 2013


Neste momento em que a economia brasileira se encontra em situação de menor volatilidade em relação aos preços e demanda ao final de um tenso período de crise financeira, o Estado de Goiás, segundo estudos realizados pela Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento do Estado de Goiás (SEPLAN), através da Superintendência de Estatística, Pesquisa e Informação (SEPIN), divulga perspectivas de investimento para o Estado, bastante otimistas.
A pesquisa realizada no mês de março prevê investimentos para até 2013 nos setores industrial e de serviços que podem alcançar R$ 32,85 bilhões, em 704 projetos, com expectativas de ocupação de 110,6 mil postos de trabalhos.

A maior parte desses investimentos vem do segmento Etanol/açúcar, com R$ 17,5 bilhões, (53,64%), com 74 projetos previstos. Um grande responsável por este fato é o Grupo Odebrecht, que está investindo na implantação de duas usinas da ETH Bioenergia na Região do Município de Mineiros, destinadas a produção de etanol e de energia elétrica. Foram R$ 1,6 bilhão em investimentos anunciados.
As atividades de Mineração e Beneficiamento correspondem a 15,73% (R$ 5,01 bilhões). 2 bilhões serão investidos em projetos para Montes Claros de Goiás e Niquelândia. Essa última é voltada para a exploração de níquel. A empresa Níquel Tocantins, pertencente ao Grupo Votorantin, será uma as grandes responsáveis por parte destes investimentos.
A indústria Metal-mecânica corresponde 6,16%, com R$ 1,96 bilhão em investimentos. A cidade de Catalão é sede da representante da Mitsubishi - MMC Automotores - e essa é uma importante representante dessa atividade no Estado. Foram anunciados investimentos de R$ 800 milhões para os próximos anos. A expectativa é produzir modelos que até então não são produzidos no país, como o utilitário Pajero Daikar e o carro de passeio Lancer e possíveis outros modelos.
De acordo com a Mitsubishi, a produção do Pajero Dakar será implementada até 2011, contudo os investimentos serão aplicados até 2015. A geração de empregos diretos está estimada pela montadora com um número aproximado de até mil 1.000 novos colaboradores.
O setor de Alimentos e bebidas receberá investimentos de aproximadamente R$ 200 milhões através da empresa Fugini Alimentos Ltda. Trata-se de uma indústria de atomatados localizada no município de Cristalina, próxima ao Distrito Federal. O grupo francês Bonduelle investirá cerca de R$ 120 milhões, com previsão de 500 empregos diretos também em Cristalina, podendo triplicar a capacidade de reserva de milho e ervilha, para satisfazer melhor o mercado brasileiro.
O setor de Transporte e logística também ganha destaque com a construção da ferrovia norte-sul em Goiás. São R$ 1,4 bilhão em investimentos. Essa área ocupa 5,49% e possui 16 projetos.

Dos 16 seguimentos, os que obtiveram maior destaque foram citados e pode-se dizer que a maior parte desses investimentos são destinados a empresas localizadas no Sudoeste goiano (16,65%). Outras quatro regiões que apresentaram concentração na intenção dos investimentos foram: Oeste Goiano (15,44%), Sudoeste Goiano (13,25%), Sul Goiano (13,06%) e Centro Goiano (12,42%). As demais representam 23,71% do montante.
O governo estadual vem realizando um trabalho sério para conquistar e concretizar a implantação desses e de novos projetos de investimentos para Goiás, em conjunto com lideranças empresariais do Estado e realizando viagens internacionais em prol do desenvolvimento do mercado goiano.


Quarta-feira, Abril 28, 2010

Que tipo de Governo podemos ter????


Acho interessante podermos entender o que anda acontecendo no setor econômico do país e do Estado. É engraçado o fato de como as pessoas não se atinam para esse tipo de assunto ou até mesmo não entendem. Eu não sou nenhuma "expert", mas quando quero entender, prefiro que seja com meus olhar particular e não o da imprensa. O fato é que qualquer um pode consultar através de sites de pesquisa e estatística do próprio governo, e fazer a sua própria análise em relação a diversos segmentos. As pesquisas costumam ser mensais, trimestrais ou até mesmo semanais e não estão expostas de forma complicada a ponto de qualquer civil não poder entender, pois estão explicadas através de análises técnicas de linguagem não tão diferente. Por exemplo, quer entender a respeito dos gastos praticados pelo Governo Federal e comparar com outros governos? No site do Banco Central, pode ser encontrado o BALANÇO DE PAGAMENTOS. É exposto trimestralmente e detalha todos os gastos do Governo, entradas e saídas... e se encontram agrupados em séries históricas. Se não me engano desde a década de 40.
Penso que dessa forma, seria mais fácil avaliar a situação e as políticas públicas geradas por esse e por governos anteriores. Vejamos aqui os principais sites de pesquisa e estatística:
-
IBGE;
-
IPEA;
-
SEPLAN;
-
SEPIN;
-
BANCO CENTRAL;
-
EMBRAPA;
-
MP;
Bom, esses são os que eu me lembro agora. Mas acho que daá para dar uma olhadinha e tentar analisar que tipo de governo temos em comparação a anteriores. Assim, podemos analisar melhor antes de votar e confiar menos na mídia.